Em 2026, as notas fiscais passam a destacar a CBS, com alíquota de 0,9%, e o IBS, com alíquota de 0,1%. O objetivo é testar sistemas e cruzamentos antes da cobrança efetiva.
Os valores destacados podem ser compensados com PIS e Cofins devidos. O impacto de caixa é pequeno, mas o impacto operacional não: cadastros de produtos, classificação fiscal e ERP precisam estar corretos.
Em 2027, a CBS passa a valer por inteiro e PIS e Cofins deixam de existir. Empresas que usarem 2026 para simular o novo modelo chegam à virada sabendo o efeito na margem e nos preços.